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JULIANO CORRÊA PSICANALISTA


Corolário
Eu publiquei aqui uma crônica sobre o Nirvana, mais especificamente sobre a especialidade do disco Nevermind e a minha (triste não) relação com ele na época.[1] Em um momento, talvez para falar da minha reação a ouvir inteiro e com atenção, depois de tantos anos, aquele disco tão importante e extraordinário, usei a palavra estupefato. Chamou a minha atenção. Estupefato. É que eu não gosto nem um pouco de usar palavras, digamos, diferentes, que não são usuais da fala, que faz

Juliano Corrêa
18 de abr. de 2025


As notas de rodapé - e a transmissão do conhecimento
Eu sou um fã declarado de notas de rodapé. Não é por uma questão estética, de achar bonito, nem tenho opinião formada sobre isso. É por uma razão que eu acho muito importante, e que leva para outros questionamentos que também julgo tão importantes quanto. O meu “fascínio” pelas notas de rodapé começou há tempos, por causa do meu orientador de mestrado, Dr. Nedio Seminotti, uma pessoa admirável. E ele tinha argumentos para esta indicação que fazia. Aqui já fica situada uma di

Juliano Corrêa
16 de jun. de 2023
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