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JULIANO CORRÊA PSICANALISTA


A elite e a cegueira
Uma vez, eu vi um professor (acho que era economista, não lembro o seu nome, o que é uma pena) falando sobre ética no antigo Programa do Jô. Para exemplificar seu pensamento, ele citou os jovens que foram para a rua para lutar contra a corrupção quando do processo de impeachment do nosso ex-presidente caçador de marajás Fernando Collor de Melo. Eu era um desses jovens. Contudo, não exatamente... se eu já não sou um adulto convencional, é claro que não fui um adolescente assim

Juliano Corrêa
16 de out.


O livro e o vinho
A minha paixão por literatura começou quando eu estava no colégio. Eu havia lido livros clássicos e importantes, lembro de “Vidas Secas” e “Feliz Ano Velho”, mas era diferente: por mais que eu tenha gostado, que tenham me impactado, que eu guarde até hoje lembranças vívidas, eram livros que eu fui obrigado a ler. A “virada de chave” aconteceu no segundo grau (hoje chamado de ensino médio), quando comecei a ter disciplina de literatura. Odiei o romantismo (e antes, o Barroco,

Juliano Corrêa
2 de out.


Riscar ou não riscar... eis a questão?
Pessoas especiais, daquelas bem raras, que se encontra (se tiver muita sorte) uma vez na vida, trazem, além de outras tantas coisas, reflexões peculiares, das que parecem bobas, mas que, para alguém como eu, assumem outro tamanho, levam para novos horizontes. Eu tenho uma pessoa assim, e, mais uma vez, uma simples conversa com ela (que nunca é “simples”) me fez pensar sobre algo que eu sempre fiz em modo automático e, por isso mesmo, nunca me dei conta. Nós somos dois leitor

Juliano Corrêa
11 de set.
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