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JULIANO CORRÊA PSICANALISTA


Quanto tempo passou?
Não faz muito tempo, contei determinada situação para uma pessoa especial. Era uma história na qual eu reclamava a demora para um acontecimento, mesmo que este fosse inesperado. Ela objetou: “mas não foi tanto tempo assim”. Eu não respondi; talvez por ela ser especial, mas principalmente porque meu pensamento é lento: tendo a pensar as coisas a posteriori, o que já é interessante para o tema desta crônica, pois remete ao conceito psicanalítico da temporalidade (mas não vamos

Juliano Corrêa
21 de fev. de 2025
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