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JULIANO CORRÊA PSICANALISTA


O colorido da vida
Eu andei lembrando de algumas coisas que se conectaram. Anos atrás, eu tive a oportunidade de participar da elaboração de um trabalho terrível. O “terrível” aqui tem de ser explicado: ele era ótimo, mas difícil até de ler por causa da extremidade das dores envolvidas (no fim, era mesmo o objetivo inicial da autora!). Era sobre luto, mas um luto diferente, que é a perda de um filho. Mais ainda, era sobre o luto da perda de um filho na qual os próprios pais estavam envolvidos

Juliano Corrêa
7 de set. de 2024


Perdas (sem danos?)
Uma vez, um amigo me disse, quando sua mulher estava grávida, que eles estavam evitando contar para as pessoas por um motivo principal: não estressar a mãe estreante com notícias de perdas na primeira gravidez. Eu nunca havia me dado conta, mas é verdade: é só dizer que está grávida, e tem algum infeliz que conta da fulana que perdeu o primeiro bebê (quando não é a própria que diz isso). Que falta de noção, né! Não tem nada melhorzinho para falar numa hora dessas? Que costume

Juliano Corrêa
5 de jul. de 2024


Choveu...
Choveu. Eu sempre gostei da chuva. Inclusive, algo que a maioria parece não gostar, de sair: sempre adorei sair em noites de chuva (tenho muitas lembranças), sei lá, coisa minha. Contudo, eu também gosto dos dias de chuva para ficar em casa. Fazer pipoca, qualquer comida gostosa (sopa de capeletti?), beber vinho talvez, ver um filme... Enfim, há uma infinidade coisas boas para se fazer com a chuva.... Mas choveu demais. Muito demais. Só que o problema não foi a chuva! Há ano

Juliano Corrêa
18 de mai. de 2024
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