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JULIANO CORRÊA PSICANALISTA


PSICANÁLISE ONTOLÓGICA E ACASO - um prelúdio
Um tipo de apresentação geral para o estudo que vamos desenvolver sobre a possibilidade do acaso na psicanálise.

Juliano Corrêa
18 de jul. de 2023


Winnicott, o sucinto
Esta crônica é só para falar do meu assombro e imenso prazer ao ler Winnicott. A simplicidade é insuperável. Ser sucinto e ser consistente, dizer algo de fato em pouco tempo e espaço. Eu tenho enormes dificuldades nisso, preciso de muito espaço para desenvolver uma ideia (e que, por muitas vezes, nem é interessante!), então, repito demais, reafirmo, falo de outro jeito. Estes textos curtos que publico aqui são um verdadeiro desafio para mim (eu os considero curtos, podem hav

Juliano Corrêa
30 de jun. de 2023


As notas de rodapé - e a transmissão do conhecimento
Eu sou um fã declarado de notas de rodapé. Não é por uma questão estética, de achar bonito, nem tenho opinião formada sobre isso. É por uma razão que eu acho muito importante, e que leva para outros questionamentos que também julgo tão importantes quanto. O meu “fascínio” pelas notas de rodapé começou há tempos, por causa do meu orientador de mestrado, Dr. Nedio Seminotti, uma pessoa admirável. E ele tinha argumentos para esta indicação que fazia. Aqui já fica situada uma di

Juliano Corrêa
16 de jun. de 2023


Qual melhor maneira de começar a ler Freud?
Qual a melhor maneira, o melhor texto, para começar a ler Freud? Muitas vezes já me perguntaram isso. Não creio que exista resposta definitiva. Ainda assim, antes mesmo de explorarmos possibilidades, uma coisa já fica bem clara na minha posição: é necessário, para qualquer um que queira entender de psicanálise (e nem estou falando em “ser um psicanalista”), ler Freud. E profundamente, eu acrescentaria. Destaquei o “ler Freud” porque não é ler algum dos tantos comentadores que

Juliano Corrêa
25 de mai. de 2023


Voltar a viver
Há um filme bem antigo, de 1991 (é confuso para mim classificar como “bem antigo”...), “Voltar a Morrer” (“Dead Again”), dirigido por Kenneth Branagh, estrelado pelo próprio e por sua esposa na época, a maravilhosa Emma Thompson. Andy Garcia também tem um papel importante. O filme é muito bom, vale a pena! Eu gostei demais na época por tratar de questões que eu meio que acreditava (ou queria): destino romântico, espiritualidades, carmas, esse tipo de coisa. Como há tempos não

Juliano Corrêa
11 de mai. de 2023


A TRANSITORIEDADE E O FUTURO
Uma pequena reflexão sobre o texto de Freud “A Transitoriedade”, que é uma ferramenta valiosa para pensarmos o tempo na psicanálise.

Juliano Corrêa
1 de mai. de 2023
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