top of page

JULIANO CORRÊA PSICANALISTA


O instante eterno
Alice perguntou para o coelho: “quanto tempo dura o eterno”; o coelho respondeu: “às vezes, apenas um segundo”. Há uma grande chance de você já ter lido (e se encantado, assim como eu!) essa passagem de “Alice no País das Maravilhas”. Eu não quero ser um destruidor de ilusões, mas esse diálogo simplesmente... nunca aconteceu. Lewis Carroll nunca escreveu esse trecho em nenhum dos dois livros da Alice (se existe em algum filme mais recente, eu não sei, mas aí tu estás exigindo

Juliano Corrêa
19 de dez. de 2025


O colorido da vida
Eu andei lembrando de algumas coisas que se conectaram. Anos atrás, eu tive a oportunidade de participar da elaboração de um trabalho terrível. O “terrível” aqui tem de ser explicado: ele era ótimo, mas difícil até de ler por causa da extremidade das dores envolvidas (no fim, era mesmo o objetivo inicial da autora!). Era sobre luto, mas um luto diferente, que é a perda de um filho. Mais ainda, era sobre o luto da perda de um filho na qual os próprios pais estavam envolvidos

Juliano Corrêa
7 de set. de 2024


Choveu...
Choveu. Eu sempre gostei da chuva. Inclusive, algo que a maioria parece não gostar, de sair: sempre adorei sair em noites de chuva (tenho muitas lembranças), sei lá, coisa minha. Contudo, eu também gosto dos dias de chuva para ficar em casa. Fazer pipoca, qualquer comida gostosa (sopa de capeletti?), beber vinho talvez, ver um filme... Enfim, há uma infinidade coisas boas para se fazer com a chuva.... Mas choveu demais. Muito demais. Só que o problema não foi a chuva! Há ano

Juliano Corrêa
18 de mai. de 2024
bottom of page