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JULIANO CORRÊA PSICANALISTA


O novo
Mais de uma vez eu falei aqui sobre a dificuldade que eu vejo que a maioria das pessoas têm com o novo, aquilo que é absolutamente novo (assim como o desejo de retornar a formas anteriores, o que meio que dá no mesmo).[1]Semana passada, ao abordar outra dificuldade, a de aceitar algo sem explicação,[2] eu deixei a porta aberta para esse tema correlato que há muito tempo ocupa a minha mente, desde uma forma mais geral, até uma mais específica. A parte mais geral tem inúmeras

Juliano Corrêa
há 2 dias


Dez anos de falta...... (A estranha "passagem" do tempo)
Neste ano, comemoramos dez anos da morte de David Bowie. Ele morreu dia 10 de janeiro do abençoado ano de 2016. Como a notícia do seu falecimento foi de manhã, eu estava dormindo, pois estava de férias (mesmo sem férias, se eu não tiver um compromisso, estarei dormindo!). Quando acordei, algumas pessoas haviam me enviado mensagens cuidadosas, perguntando se eu “já tinha visto”. Assim que li essas mensagens, pensei: “puta merda”. Porque ninguém vai te escrever esse tipo de co

Juliano Corrêa
6 de mar.


O monumento musical
Crianças, pequena lição de história. Antes, pequeno parêntesis: você sabe né que quando alguém chama pessoas adultas de “crianças”, é porque é velho e quer inverter o jogo! Eu sou velho, e não estou querendo ignorar isso, é só brincadeira. Mas a lição é verdadeira e válida! É a seguinte: quando gente da minha geração tinha seus vintes anos, pesquisávamos, obviamente, para fazer os trabalhos acadêmicos (e gente mais velha ainda fazia essas pesquisas para teses de doutorado! S

Juliano Corrêa
17 de out. de 2025


O trabalho sobre música que ninguém escreveu
Bom, esclarecimentos iniciais: em primeiro lugar, eu realmente não sei se, de fato, esse trabalho nunca foi escrito. Eu, ao menos, nuca vi ou ouvi falar, mas minha procura não foi profunda, na verdade, eu mal procurei (inclusive, se você, por acaso, souber que esse trabalho existe, por favor me avise!). Em segundo lugar, é óbvio que eu não estou (agora pelo menos...) escrevendo esse trabalho, eu estou só lamentando ele não existir (ou eu nunca ter visto). Há pouco tempo, rec

Juliano Corrêa
31 de ago. de 2024


Me? I'm touchy!
Eu conheço muitas histórias de não gostar ou não comprar música por vergonha, de todos os tipos (ainda vou escrever dessas histórias aqui). Uma dessas é clássica (ao menos para quem nasceu na minha época): não poder gostar do que seria “música de menina”. E eu nem estou falando do Menudo, que talvez tenha sido o esplendor disso lá na década de 1980. Eu adorava muito o RPM, achava Paulo Ricardo um gato (depois virou inveja por ele ter namorado a Luciana Vendramini...) e assum

Juliano Corrêa
7 de mai. de 2023


"A vida segue..."
É interessante o que a internet nos traz aleatoriamente sem estarmos procurando; ok, nem tão aleatoriamente assim, há o tal algoritmo mostrando coisas semelhantes ao que já foi visto, parece que é o novo “desejo inconsciente”. Eu fui pego de surpresa, no YouTube, por uma série (acho que é) do Brian Johnson, o segundo vocalista da história do AC/DC, na qual ele entrevista músicos em uma van. O meu espanto foi o ver entrevistando o Sting! Parecia uma coisa tão sem parentesco! A

Juliano Corrêa
20 de abr. de 2023


REINVENTAR-SE - From the Sky Down, e o Achtung Baby e a Zoo TV do U2
O filme From The Sky Down, de 2011, dirigido por Davis Guggenheim, é um dos melhores que já vi sobre música. Mostra o processo de desenvolvimento do álbum do U2 Achtung Baby, de 1991, contado pelos próprios, sobre a drástica mudança que fizeram na sua sonoridade e imagem. “Produzir Achtung Baby foi a razão para ainda existirmos”, disse Bono. É delicioso ver toda a dinâmica e processo de composição da banda, da relação com a música, o interessantíssimo papel de Bono. Em um ens

Juliano Corrêa
7 de abr. de 2023
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